ALFAZEMA

Por Nádia de Iansã


 


O arbusto verde acinzentado de semente e flores roxas, que quando secas ganham um tom azulado, incendeiam qualquer ambiente com seu aroma pelo simples fato de estarem nele, não é preciso queimá-la em brasa para sentir seu perfume. Se formos usar uma palavra para descrever o cheiro da alfazema, ouso dizer que usaríamos: acolhedora.

Aquele sentimento de tranquilidade, paz, segurança... cheiro de casa de mãe. E não é mesmo?

A Alfazema é planta de mamãe Iemanjá e mamãe Oxum.

A alfazema é planta ritualística e pode ser usada em banhos, defumações e benzimentos.

Acalmadora de espirito, tranquiliza as situações difíceis, traz harmonia. Cultivada como ornamental, as alfazemas ou lavandas, tem origem europeia e apenas algumas espécies se desenvolvem no Brasil.

Usada como um poderoso equilibrador na forma tradicional de essência ou perfume (seiva de alfazema) durante os rituais religiosos.

Seu uso não se limita a banhos e defumação, sendo largamente usada fresca ou seca em óleos e azeites consagrados, amacis e ornamentos.

Energia vibratória tranquilizadora, não chega a ser um calmante espiritual, mas traz a paz de espirito necessária na resolução dos problemas cotidianos e no especifico a aceitação e compreensão das perdas.

A Lavandula officinalis Chaix (nome científico da Alfazema) se encaixa no grupo de ervas mornas e tem papel essencial na manutenção da saúde do nosso corpo espiritual e físico.

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